Update:
Vitor is now a proudly owner of an iPhone
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Confesso que também gostava de ter um iPhone. Ao que tudo indica, só em Outubro estará disponÃvel na Europa, versão 3G, e talvez em venda exclusiva pela Vodafone.
Tiro o chapéu e faço a devida vénia ao Steve Jobs pelo que, mais uma vez, conseguiu: Amanhã é o “iDay”, como está a ser chamado o dia em que o iPhone será posto à venda. Na segunda-feira, quatro dias antes, já dois “fanáticos” se acomodavam junto à Apple Store na Quinta Avenida, em Nova Iorque, iniciando a fila.
É a primeira vez na indústria que se assiste a uma espera de 100 horas. Nem a Playstation nem a Wii conseguiram o feito para comprar aquilo a que muitos chamam de “Jesus Phone”, tal é a histeria.
O que fará a Apple para assinalar o momento, que ganha contornos de acontecimento mundial? Ninguém sabe, porque os meios de comunicação só descobrem o que a empresa de Jobs quer que se saiba.
Certas são as filas de quilómetros à s portas das lojas. Há vários “guias de sobrevivência” disponÃveis na Internet, para quem queira garantir que consegue um iPhone antes que o ’stock’ desapareça. Até porque nem a Apple nem a AT&T revelam quantos iPhones vão colocar a venda
O TechNewsWorld dá várias dicas, entre alugar o serviço de espera, não perder a fita que vai ser entregue pela loja, com a posição na ordem de chegada, levar dinheiro ou cartão da Apple, porque o sistema multibanco deve ir abaixo e ter cuidado com a carteira, visto que estas filas são propÃcias a assaltos.
Um evento desta natureza não podia ter outra empresa como protagonista. A Apple tornou-se exÃmia na arte do marketing, e desta vez superou-se a si própria, com uma estratégia conhecida em certos cÃrculos como “reality distortion field” (RDF).
Steve Jobs sabia que ia ter um impacto estrondoso nos fãs da Apple. Tudo o resto foi feito pelos meios de comunicação.
Fonte:Diário Económico, Autor:Ana Rita Guerra
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