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Portugal

Sites dos Candidatos às Eleições Presidenciais 2006

26-Dez-2005
Este artigo tem continuação em Sites dos Candidatos Presidenciais - Parte 2.

As eleições Presidenciais realizam-se no dia 22 de Janeiro.
Aqui fica um pequena review dos sites dos principais candidatos a Presidente da República.

Cavaco SilvaFrancisco LouçãJerónimo de SousaManuel AlegreMário Soares

Os candidatos aparecem aqui por ordem alfabética e o autor deste texto não tem outro objectivo que não o de criticar/avaliar os websites dos respectivos.

Cavaco Silva: http://www.cavacosilva.pt/

bad... Onde está a fotografia do professor Aníbal?
bad...O vídeo deve começar quando o utilizador quiser e não auto-play;
Good!Versão telemóvel/pda do site;
Good!Conteúdo e multimédia - vídeo em .wmv e áudio em .mp3 e AAC(até se explica o que é o podcasting)

Francisco Louçã: http://www.franciscopresidente.net/

bad...Domínio algo pretensioso, já que se afirma “presidente”;
Good!Conteúdo e multimédia - (estranhamente?) usa vídeo em formato .wmv e áudio em .mp3 e .wma ;

Jerónimo de Sousa: http://www.jeronimodesousa.org/

bad...Os frames já não se usam… ou pelo menos não se deviam usar;
Good!Cumpre a função base de dar a conhecer o candidato;

Manuel Alegre: http://www.manuelalegre.com/

bad...Feito por profissionais devia ter um layout sem tabelas (defeito comum aos restantes candidatos…);
Good!Conteúdo, estrutura e organização;

Mário Soares: http://www.mariosoares.net

bad...Atenção ao texto demasiado pequeno no canto superior esquerdo;
Good!Conteúdo

Qual o melhor site?

A questão não deve ser posta desta forma porque “melhor” é algo bastante relativo e subjectivo. Diria apenas que os meus preferidos são o site do Professor Cavaco Silva e do poeta Manuel Alegre, ambos powered by .php.

Nenhum dos websites referidos cumpre as normas da W3C, isto é, nenhum valida o código HTML.

Discussion

17 comments for “Sites dos Candidatos às Eleições Presidenciais 2006”

  1. “Cavaco Silva: versão telemóvel/pda do site”
    Se calhar com outras técnicas de desenvolvimento do layout, nem seria necessário ter propriamente uma versão “mobile”, apenas uma stlyesheet para o efeito.
    De resto, o contrário do que alguns acreditavam que poderia acontecer, não houve melhoras da versão provisória para a definitiva, no que toca a acessibilidade e/ou conformidade para com os web standards.

    “Manuel Alegre: Feito por profissionais devia ter um layout sem tabelas (defeito comum aos restantes candidatos…)”
    Independentemente do profissionalismo dos webdesigners, o site de Manuel Alegre é o que menos desculpas tem para ser mau. O layout é extremamente simples, parece até um blog; fazia melhor figura se tivessem adaptado um template existente cuja licença o permitisse.

    Posted by João Craveiro | November 11, 2005, 12:19 am
  2. João, bem podiam ter instalado o WP e preocurarem-se apenas com o template, não vale a pena inventar a roda.

    Posted by _41 | November 11, 2005, 12:28 am
  3. Concordo com o _41 (que neste momento deve estar a brincar com o site dele Wordpress - Error establishing a database connection :smile: )
    qualquer um dos candidatos ficava melhor servido com uma dose de Wordpress + theme modificado (ou criado de raíz).

    Quanto aos standards, João, não há volta a dar quando se querem as coisas rápidas, baratas e funcionais (minimamente). Até porque entre a maioria dos cibernautas PT ainda não há massa crítica suficiente para distinguir esses aspectos menos aparentes.

    Posted by Vitor | November 11, 2005, 10:44 pm
  4. antes estivesse,… é problemas com a máquina,…:evil:

    Posted by _41 | November 12, 2005, 5:40 am
  5. Porque não fazer como «antigamente» um Quadro de Honra e (numa via mais recente) um Quadro de Desonra com o que de melhor e pior cada sítio tivesse. Mas Sr. Vitor e Caros Leitores deste blogue qualquer destes sítios é um avanço em relação à porta (não não é portal) da Presidência da República. http://www.presidenciarepublica.pt

    Posted by Carlos Afonso | November 12, 2005, 5:54 pm
  6. A verdade é que tanto o site oficial (www.garciapereira-presidenciais2006.net) como o blog de apoio (www.garcia-pereira-a-presidente.blogspot.com) do candidato Garcia Pereira foram completamente esquecidos. Por acaso existem candidatos de primeira e de segunda?

    Posted by Alexandre Silva | November 15, 2005, 3:02 am
  7. Posted by Pedro | November 15, 2005, 2:52 pm
  8. @Alexandre Silva: não considero que existam candidatos de 1a ou de 2a. Tal como digo no início do post fiz apenas menção aos “principais candidatos” presidenciais, entenda-se aqueles com maior probabilidade de ganharem as eleições. Não pretendo obviamente menosprezar qualquer candidatura.

    Aproveito também para dar um obrigado ao Pedro que gentilmente inclui a lista dos sites dos restantes candidatos.

    Posted by Vitor | November 15, 2005, 4:13 pm
  9. uma pesquisa google trouxe-me aqui… a partir desta informação abastecerei o meu Bloggaridades - SocioElegias
    Parabéns pela iniciativa. (não descurarei o candidato risional Garcia)

    Posted by Anjo Élico | November 16, 2005, 1:16 am
  10. Para completar a lista de candidatos, temos o eterno candidato do MRPP!

    http://garciapereira-presidenciais2006.net/

    Óptimo trabalho Vitor.

    Posted by ze | November 20, 2005, 1:50 pm
  11. Peço desculpa, mas ainda falto eu ! Ando aqui na “faina da apanha das assinaturas” e só por acso dei convosco! Não, não quero apreciações ao meu site, mas já agora vejam o conteúdo

    Posted by lancadecarvalho | November 30, 2005, 12:47 am
  12. Bom dia. Chamo-me Miguel Sá, Arquitecto de profissão e venho por este meio expressar o contributo pobre que vossa execelância está a dar à democracia portuguesa, e ao exemplo de cidadania civil. Desde a altura em o que o Partido Humanista deu a conhecer o seu candidato às eleições presidenciais de 2006, a 21 de Junho na Ribeira do Porto, sendo portanto o 1º candidato oficial para as referidas eleições, e depois de terem sido convidado todos os orgãos de comunicação social TODOS sem exepção continuam a insistir que somente existem 5 candidatos às presidenciais de 06, o que é uma verdadeira mentira. Mas poderão dizer “não sabiamos”. Também é mintira porque ninguem neste país dito democrático, ninguem se deu ao luxo de aparecer à conferência de imprensa. Ninguem, leia-se comunicação social. Por este motivo e cansado de ver que vivemos num país verdadeiramente (in)democrático, a julgar pelas instituições que o representam, e pelas entidades de referência venho por este meio transcrever o manifesto eleitoral do PH pela voz do candidato Luís Filipe, para que não argumentem que não sabiam, e daqui julguem qual o vosso papel neste sistema que se defende democrático, mas que despreza e discrimina tudo quanto provem de uma minoria, falo de minorias a qualquer nível, à exepção claro das minorias sedentas de poder, ou das minorias que ãmealham todo o dinheiro dos portugueses, e do restante planeta.
    Mais vos digo que para as pessoas (cidadãos portugueses) que acreditam no idiário humanista, e que se esforçam por fazer valer os seus direitos democráticos e levar uma visão do Ser Humano e do Mundo diferente que aquela que nos apresenta o sistema neo-liberal actual, se torna muito triste ao ver como todos os organismos de um mesmo sistema são extraordinariamente cumplices na defesa dos seus interesses.

    p.s. Envio este mail com os melhores desejos de boa sorte eleitoral, e sonhando um dia sermos democrátios (verdadeiramente)

    Arqº Miguel Sá 25/11/05
    tel. 93 6265863

    Luís Filipe Guerra 8candidato presidencial do PH)
    tel. 96 2818610

    DISCURSO DE ACEITAÇÃO DA CANDIDATURA PRESIDENCIAL

    Caros amigos e companheiros:

    Em primeiro lugar, quero agradecer a presença de todos, bem como as palavras das oradoras antecedentes.
    Quero agradecer também o convite feito pelo Partido Humanista para me candidatar às próximas eleições presidenciais, desde logo pela confiança demonstrada na minha pessoa.
    E quero agradecer ainda todo o apoio e os ensinamentos recebidos de humanistas de todo o mundo, não só agora como desde há cerca de vinte anos.
    O momento e o lugar que escolhemos para anunciar a nossa candidatura presidencial reveste-se de duplo significado.
    Hoje é o dia do solstício, o dia maior do ano, o dia em que o sol nos ilumina durante mais tempo, banhando-nos de luz e de calor. O solstício sempre foi celebrado entre os povos como um momento de mudança: mudança de estação, mas também mudança de situação. É, portanto, esta atmosfera cálida, luminosa e prometedora de mudança que invocamos para nos acompanhar nesta candidatura. Curiosamente, as eleições terão lugar precisamente na proximidade do seguinte solstício. Nessa altura, veremos se a longa noite da humanidade veio para ficar ou se, ao contrário, faremos despontar no horizonte dos portugueses a luz da esperança no futuro.
    Por outro lado, estamos no coração da cidade do Porto, junto ao seu antigo porto fluvial. Noutro tempo, este lugar chamava-se Portus Cale e, como dizia o poeta, “daqui houve nome Portugal”. Isso não quer dizer que esta seja uma candidatura bairrista ou regionalista. Este era um ponto de partidas e de chegadas, de trânsito, de intercâmbio e de abertura a novos mundos. Assim, não deixaremos de ter em conta essa máxima que sugere “pensar global e agir local”, pois só dessa forma será possível dar resposta aos problemas que afectam as pessoas. Porém, além disso, estamos também a afirmar o valor da contribuição portuguesa para o mundo e a acolher e a agradecer o contributo de todos os que a este país chegam e ficam. Por outro lado, este lugar põe-nos em contacto com as nossas raízes populares, recordando-nos que é com o povo e para o povo que esta candidatura, e o mandato que porventura venhamos a receber nas eleições, serão levados a cabo.

    Amigos e companheiros,

    Esta candidatura é a mais improvável de todas.
    Sou jovem e não tenho currículo político nem fortuna capaz de me catapultar para o cume do sistema político.
    Porém, esta é uma candidatura que afirma a necessidade de novos protagonistas na cena política nacional e mundial, desvinculados dos caducos ideários do século XIX e das complexas teias de interesses económicos e corporativos que comandam este mundo e este país. É uma candidatura que se faz contra a ideia de que ser Presidente da República é uma espécie de prémio de carreira ou de pré-reforma para os políticos. É uma candidatura que se faz contra o subtil silenciamento da liberdade de expressão, de associação e de participação política às mãos de um sistema social e político em que o dinheiro é o valor central e no qual as pessoas, cada vez mais atomizadas, são convertidas em meros factores de produção e consumidores.
    É, na verdade, uma candidatura que põe os direitos humanos e a democracia real como valores e preocupações centrais; que prioriza a coerência e a solidariedade como critérios de decisão; que afirma a não-violência como a única metodologia de acção aceitável; que se compromete com a igualdade de direitos e de oportunidades e com a não-discriminação.
    Não é uma candidatura neutra ou amorfa. É uma candidatura que se reconhece no ideário humanista e que vê no papel institucional do Presidente da República o garante e o promotor do progresso e da justiça social no nosso país. Por isso, se eu for eleito, não deixarei de fazer uso de todos os mecanismos legais, institucionais e informais ao meu dispor para ampliar crescentemente a liberdade, a igualdade de direitos e de oportunidades e a não-violência.
    Isso não quer dizer que eu me veja ou queira ser visto como uma figura providencial. Chegou o tempo de superar os modelos individualistas salvacionistas ou de inspiração neo-liberal e de afirmar o valor do trabalho em equipa. A mudança a que aspiramos só é possível mediante uma transformação pessoal e social em simultâneo, um esforço sustentado que nos involucre a todos e nos faça reconhecermo-nos mutuamente por partilharmos os mesmos valores e aspirarmos a um futuro comum. Esse projecto mobilizador pode e deve partir do Presidente da República, mas tem que se afastar definitivamente das imagens economicistas da moda (que não tocam no interior das pessoas): como se a fraternidade entre as pessoas pudesse brotar tão-só da necessidade nacional de conter o défice orçamental ou de sermos tão ricos como os mais ricos!

    Amigos e companheiros,

    Ao aceitar esta candidatura, é também a minha vida que ponho em jogo. Esta vida, curta e irrepetível, procura incessantemente um sentido. Será que vale a pena avançar com esta candidatura? Será que esta candidatura tem sentido? Para mim, esta candidatura justifica-se como parte de um processo de humanização do meio social e histórico em que me coube viver, como um meio de poder projectar para o mundo a intenção transformadora que me habita, como a forma de conectar a minha vida com esse Destino que tem movido os povos na sua melhor direcção evolutiva. Tomara que a minha candidatura possa deixar um rasto humanizador indelével neste país e nesta época. Para isso, preciso e conto com a ajuda inestimável de todos vocês, aqui presentes. Oxalá a minha candidatura constitua uma fonte de inspiração e um projecto suficientemente animador para guiar a vossa acção nos próximos tempos, proporcionando-vos alguma da paz, a força e a alegria que procuram e merecem.
    Nada mais, obrigado pela vossa atenção…

    Luís Filipe Guerra
    Porto, 21 de Junho de 2005

    Posted by mIGUEL sÁ | December 5, 2005, 6:45 pm
  13. Caro Miguel Sá, lamento que considere a minha iniciativa como «contributo pobre». Talvez quando no próximo dia 17 de Dezembro divulgar a minha opinião sobre “Os candidatos desconhecidos” fique mais satisfeito com a minha noçao de cidadania.
    Pedir-lhe-ía que fosse um pouco mais breve nos seus próximos comentários :roll:

    Posted by Vitor | December 6, 2005, 7:56 pm
  14. Olá Vitor.
    Antes de mais peço imensa desculpa pelo comentário que faço no inicio, foi mesmo um despiste da minha parte, ainda pra mais fica ridiculo pois o teu contributo é tudo menos pobre, tomara que todas as pessoas e entidades agissem como tu. Acontece que no mesmo dia que escrevi o comentário estive a escrever para todos os candidatos bem como para os meios de comunicação social onde expressava, e aí sim, o contributo pobre que os mesmos prestam à democracia portuguesa, no meu entender. Dessa forma coloquei aqui o texto base do mesmo sem notar a infelicidade da 1ª frase
    Assim e se puderes agradeço que tires a frase após …”Arquitecto de profissão” até …”exemplo de cidadania civil”
    Mais uma vez espero que aceites as minhas desculpas pelo lapso, e parabens pelo teu trabalho, ao qual estou muito grato!!
    Miguel Sá

    Posted by Miguel Sá | December 7, 2005, 11:52 pm
  15. Para uma lista completa de potenciais candidatos aí vai a minha colaboração:

    Aguardemos o evoluir da recolha de assinaturas e a consequente entrega dos processos até dia 23 de Dezembro, logo após o Solstício de Inverno, de todos os potenciais candidatos, que recordo são conhecidos no total cerca de 19, cujos nomes e propostas gostaria de ver divulgados nos órgãos de comunicação social do meu país, o que não sucede, e portanto faço-o aqui – com a ressalva de eventualmente não referir todos, devido ao “controle” que existe sobre a Comunicação Social que acha haver portugueses de 1ª e portugueses de 2ª – indicando os endereços, conhecidos, dos Sites na Internet, onde pode ser obtida informação pormenorizada, dada a limitação natural de espaço que quero ocupar:

    Carmelinda Pereira, em http://pous4.no.sapo.pt/presid.html
    Cavaco Silva, em http://www.cavacosilva.pt
    Claudino Aniceto, (sem informação disponível)
    Francisco Louçã, em http://www.franciscopresidente.net
    Gonçalo Pereira, em http://goncaloapresidente.blogspot.com
    Garcia Pereira, em http://www.garciapereira-presidenciais2006.net
    Jerónimo Sousa, em http://www.jeronimodesousa.org
    José Amaral, (sem informação disponível)
    José Martins, em http://www.darvozaoscidadaos.org/index.php
    Lança Carvalho, (sem informação disponível)
    Luís Botelho, em http://www.botelhoribeiro.org
    Luís Guerra, em http://www.movimentohumanista.com/luisfilipe
    Manuel Alegre, em http://www.manuelalegre.com.
    Manuela Magno, em http://www.manuelamagno.com.pt
    Manuel Vieira, em http://www.vieira2006.com
    Mário Nogueira, em http://www.recuperarportugal.org
    Mário Soares, em http://www.mariosoares.net/default.aspx
    Menezes Alves, (sem informação disponível)
    Nelson Magalhães, em http://www.nelson-magalhaes.com

    Posted by AJPM | December 19, 2005, 3:49 pm
  16. Preocupada… Bom trabalho, quanto aos comentários e à dinâmica que gerou. Mas nem uma referência a acessibilidade dos sites para cidadãos deficientes. Alguns deles chegam ao ridículo de fazer locução, quando os cegos utilizam leitores de écrã próprios, o que dá um efeito inimaginável. Consultem, por favor, http://www.w3c.org e vejam ou ouçam as normas internacionais de acessibilidade à informação.

    Posted by Maria Romeiras | January 2, 2006, 5:50 pm
  17. [...] Desde que fiz o artigo e demonstração relativos à versão provisória do site da candidatura do Professor Cavaco Silva, nunca mais liguei ao assunto. Há instantes, através duma excelente análise do Vítor Azevedo aos Sites dos Candidatos às Eleições Presidenciais 2006, é que me lembrei que nos entretantos iria ficar online a versão definitiva do mesmo — verdade, ficou. [...]

    Posted by Candidatura do Professor Cavaco Silva (2) « Lâmpada Azul | November 5, 2006, 8:32 pm

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